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Dicas Para Comprovar a Qualidade dos Alimentos na Hora da Compra

Especialista tira dúvidas sobre procedência, armazenamento e qualidade de carnes e frangos - Por Carolina Scatolino

 

Qualquer família que preza pela saúde adota certos cuidados de segurança alimentar. Há regras para armazenamento das comidas em casa, higiene ao cozinhar e medidas para garantir que as compras do mercado estão em boas condições para consumo.

Para elas, as notícias sobre a operação Carne Fraca, deflagrada pela Polícia Federal em março passado, soaram como um alerta: como saber se o que estamos comendo é realmente seguro? As próprias autoridades voltaram atrás logo após a divulgação das irregularidades e mostraram que o esquema de propina para afrouxar a fiscalização em frigoríficos era algo restrito a certas empresas.

Não há motivo para pânico, portanto. Ainda assim, é sempre bom rever algumas práticas. Para isso, convidamos a médica veterinária Jalusa Deon Kich, pesquisadora da Embrapa Suínos e Aves, em Concórdia (SC). A unidade é dirigida por Janice Zanella, que concorre ao Prêmio CLAUDIA na categoria Ciência.

 

Como o consumidor pode avaliar a qualidade da carne na hora da compra?

A carne deve ter o aspecto de fresca, em coloração, umidade e odor. Conforme passa o tempo, ela vai ficando escurecida, sua superfície resseca. Tais aspectos podem ser facilmente observados em peças que ficam expostas no supermercado ou até mesmo na geladeira de casa.

O odor é outro aspecto muito importante. Se for forte, evite comprar. Algumas vezes, porém, a alteração do cheiro só fica evidente durante o cozimento. Nesses casos, o produto deve ser devolvido ao supermercado por diversos motivos: para evitar problemas de saúde, para que o consumidor seja ressarcido financeiramente e também para alertar o estabelecimento sobre o problema para que providências sejam tomadas.  

 

Qual a temperatura ideal para armazenar carnes?

Para que não estraguem e mantenham suas propriedades, as carnes devem ser resfriadas em temperaturas que variam entre 4 e 5 graus centígrados e congeladas a -20 graus centígrados.

 

Ao comprar uma peça de carne resfriada ou congelada, o que devo preferir: os pacotes feitos pelo próprio estabelecimento ou as embalagens que vêm direto do produtor?

Os produtos que já saem embalados da indústria são menos manipulados. Considerando que os riscos microbiológicos vão se acumulando durante as etapas de processamento, quanto menos manipulação, melhor. Porém, isso não faz diferença em  estabelecimentos com regras de higiene rigorosas e responsabilidade técnica, onde as boas práticas de processamento dos alimentos são executadas na sua totalidade.

 

Como é possível saber se a carne é de boa procedência?

A maior garantia é o selo da inspeção veterinária. O serviço de inspeção de carne é responsável por retirar da linha de produção matérias primas (carne) que podem representar algum risco para o consumidor. Devemos, sempre, priorizar produtos de origem animal inspecionados.

Além disso, o supermercado também deve ter responsável técnico que define e inspeciona as condições de conservação e manipulação da carne no estabelecimento.  

 

Quais devem ser as características do estabelecimento que comercializa carnes? Que aspectos de higiene e refrigeração devem ser observados?

Todo estabelecimento que comercializa carne deve ter programa de qualidade funcionando. A complexidade varia de acordo com o tamanho do local, volume de vendas, forma de apresentação dos produtos e fluxo de pessoas envolvidas no trabalho.

Estes programas são baseados em uma série de boas práticas que devem ser do conhecimento de todos trabalhadores e passíveis de verificação. Como os processos são realizados por pessoas, o treinamento e a educação continuada são fundamentais.

O resultado disso tudo pode ser visualizado pelo consumidor na hora da compra. Além de perguntar para a gerência se o estabelecimento tem algum programa de qualidade, é possível notar a limpeza do local, a organização dos produtos e materiais, o uso de uniformes (touca, máscaras e aventais).

Seria muito interessante se os refrigeradores e congeladores tivessem um termômetro digital visível pelo consumidor, para que ele pudesse conferir mais criteriosamente as condições de conservação das carnes. Infelizmente isso ainda não é uma regra.

 

Quais são os riscos de se consumir carnes sem certificação de inspeção veterinária? Quais são os órgãos que emitem este certificado?

Existem várias doenças comuns aos homens e animais, chamadas de zoonoses, que podem ser transmitidas via alimentação. Algumas dessas doenças produzem lesões características que são identificadas na linha de abate pelo inspetor, que é formado em veterinária e especializado em zoonoses.

Outros microrganismos são detectados por exames realizados dentro de programas oficiais de controle de patógenos e de qualidade implantados pelas agroindústrias. Os animais que são abatidos nestes regimes de inspeção veterinária (federal, estadual ou municipal) são considerados apropriados para o consumo.

Por outro lado, a carne oriunda do abate clandestino, que não passa pelo crivo de um  profissional capacitado para fazer a inspeção, pode oferecer vários riscos ao consumidor.

 

Existe algum risco de se comprar carne fresca de pequenos produtores, como  frango caipira?

Depende de como o animal é abatido e conservado. Existem sistemas de produção em pequenas escalas de excelente qualidade. Algumas delas atingem mercados especializados e bem elitizados. Há bons exemplos de agroindústrias familiares.

Porém, este produto também deve ser processado sob rigorosas condições de higiene e deve ser inspecionado mesmo que localmente pelo serviço municipal. O problema está nas granjas e outras unidades produtivas clandestinas, que não respeitam nenhuma norma e não estão sob a tutela de nenhum programa de produção de alimentos seguros.

 

A presença de gelo na embalagem da carne é sinal de perigo?

Nestes produtos, o importante  é observar a quantidade de gelo dentro da embalagem. Pequenos pontinhos, como gotículas congeladas, não são sinal de perigo. O problema está no excesso, sinal de que o produto foi descongelado e o líquido que normalmente sai da carne foi congelado novamente.

Estas variações de temperatura podem acontecer no transporte e mesmo no armazenamento e são, sim, sinal de práticas inadequadas.

 

Em casa, como podemos diminuir o risco de contrair bactérias e vírus provenientes de carnes?

A maior parte dos microorganismos que podem ser transmitidos ao homem pelos alimentos não resistem ao cozimento. O grande risco está nas carnes cruas ou mal cozidas.  Além disso devemos evitar a contaminação cruzada entre os utensílios de cozinha.

Ou seja, é preciso tomar cuidado para não usar a mesma vasilha no descongelamento de uma carne e, em seguida, para não acondicionar um alimento que será consumido cru, como folhas e outros vegetais. Entre um processo e outro, é necessário lavar o recipiente com bastante sabão e água quente. Sempre! Outra dica é utilizar tábuas diferentes para carne e para alimentos crus.

 

Quais são os cuidados que devem ser tomados ao consumirmos carne crua (a utilizada na culinária árabe, por exemplo)?

Comer carne crua é sempre um risco. O consumidor deve saber disso e ser extremamente criterioso na escolha da carne, caso vá cozinhar em casa. O mais seguro é levar em consideração todas as orientações já explicadas aqui. Além de escolher bem a peça de carne, o ideal é pedir para moer na hora ou em casa.

 

Há um limite seguro para o uso de aromatizantes, corantes e realçadores de sabor nos embutidos?

A aprovação de qualquer  aditivo  está condicionada a uma orientação de limite seguro, que é passível de verificação pela inspeção. As fórmulas, com a composição e os ingredientes, são submetidas a aprovação do departamento de inspeção de produtos de origem animal. A produção do alimento deve atender aquilo que foi registrado e licenciado. Caso contrário, é caracterizada fraude.

 

O uso de antibióticos para o tratamento de doenças nas criações afeta a qualidade da carne?

Todo antibiótico tem o que chamamos de “período de carência”, ou seja, um período mínimo entre o fim do tratamento e o abate, levando em consideração a segurança do consumidor.  Também existe um programa nacional que avalia resíduos de antibióticos na carne, ao qual o sistema de produção está submetido.

 

Quais as principais medidas de segurança tomadas durante a produção (nas granjas e frigoríficos)?

As condições de criação dos animais respeitam muitas regras, tais como: acordos de comércio internacional para manter equivalência entre os países; regras nacionais e estaduais coordenadas pelos serviços oficiais;  protocolos internos das agroindústrias e assistência técnica.

Os controles iniciam ainda nas fábricas de ração, que seguem programas de boas práticas e sofrem supervisão oficial. Eles passam pela vigilância sanitária, que controla a ocorrência doenças, o transporte dos animais nos estados e a travessia nas fronteiras para evitar a disseminação de doenças.

Nos frigoríficos, as carcaças passam por uma fiscalização, que segue regulamento oficial. O produto final (carne e subprodutos) também precisa apresentar resultados de presença de microorganismos e outros componentes abaixo dos limites definidos oficialmente.

Para acessar e manter mercados, regras estabelecidas por compradores são absorvidas pelas agroindústrias brasileiras e normalmente estão relacionadas com a qualidade do produto final. O que ocorre é uma soma de esforços dos serviços oficiais e setor privado para que resulte em um produto competitivo no mercado global, onde o Brasil tem tido sucesso nas últimas décadas. 

 

Fonte: claudia.abril.com.br

 

 

 

 

 

 

 

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Super Safra Mostra Agrosuperação na Nação Brasileira - por José L. Tajon

Saímos de 187 milhões de toneladas de grãos ano passado para uma colheita de 227 milhões de toneladas neste ano. Isso significa uma irrigação de renda pelo interior brasileiro.

O novo Brasil cresceu imensamente nos últimos 30 anos e cresceu sobre o agronegócio.

Essa foi a maior safra de toda a história brasileira, com a soja atingindo quase o mesmo tamanho da soja americana, e o milho explodindo e pipocando, nessa invenção nacional chamada de Segunda Safra.

 

Agora pasmem: tudo isso ocorrendo em meio à maior crise brasileira de toda história republicana.

O que isso quer dizer e pode representar para a moral e a estima do povo brasileiro?

Significa que o brasileiro trabalha e empreende e supera, e dentro do agronegócio, uma atividade que não há tempo para parar, pois o trabalho e a tecnologia aplicados falam mais alto do que os governos.

A inserção internacional e o agronegócio que cresce está inserido e globalizado. Em torno de 70%, em média, abastece o mercado interno. Ou seja, alimentamos quase 1 bilhão de pessoas no mundo com o excedente exportável.

Outro ingrediente sensacional do povo brasileiro é a criatividade e a inovação. É um povo que “se vira”.

Me recordo do início da soja no Brasil; poucos acreditavam nessa atividade, e hoje virou o item n°1 das exportações do país.

Me lembro também do início do plantio direto, que foi uma revolução agronômica que também poucos acreditavam, e hoje significa 80% da prática existente.

Da mesma forma, a Segunda Safra, chamada de “Safrinha” – No início era de poucos, hoje são de muitos… e agora vem aí a outra revolução: a Integração Lavoura Pecuária e Floresta – ILPF.

227 milhões de toneladas. Nada de ufanismo, apenas de realismo. Os desafios são imensos no pós-porteira das fazendas, e essa Super Safra vai evidenciar isso.

O caos logístico, o terror burocrático, o desperdício esparramado pelas estradas e pela falta de estruturas de armazenagem, além do custo e de portos carentes de liberdade para evoluir, como o de Santos, também sempre negociado como manobra de jogos político partidários.

Parabéns, povo brasileiro. 227 milhões de toneladas na Safra em meio a tanta notícia desgraçada, essa é real e esperançosa.

 

Fonte: Canal Rural.

 

 

 

 

 

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Vantagens da Peletização de Rações na Nutrição de Suínos - por Diego Duran da Vaccinar

Mais do que o aumento das instalações e propriedades, nos próximos anos a suinocultura nacional buscará o crescimento da produtividade. Tendo em vista o impacto da nutrição no custo total de uma granja, ao redor de 65% – 70%, tecnologias que otimizem o aproveitamento dos nutrientes pelos animais e aumentem os índices zootécnicos tornam-se interessantes.

Nesse âmbito, a peletização das rações surge como alternativa para melhoria de desempenho e retorno econômico, redução dos efeitos deletérios de toxinas e microrganismos na ração, entre outros, aumentando consecutivamente a produtividade.

O processo consiste fundamentalmente em submeter a ração farelada à umidade, calor e pressão mecânica, culminando na formação dos pellets. Esse processo aumenta a exposição dos grânulos que são melhor digeridos pelas enzimas gastrointestinais, disponibilizando mais nutrientes ao organismo dos suínos.

Analisando o desenvolvimento dos suínos desde o nascimento até o abate, diversos benefícios da peletização podem ser enumerados. Ao redor do desmame e durante toda a fase de creche, a tecnologia é utilizada para maior disponibilização da energia e melhoria da conversão alimentar.

Esses benefícios tornam-se ainda mais interessantes, pois o leitão saído da maternidade sofre uma abrupta mudança de ambiente e tipo de alimento, indo do leite materno para a ração sólida, e precisa de nutrientes facilmente assimiláveis no período de creche.

O suíno em crescimento e terminação (período de aproximadamente 3 meses) apresenta o maior consumo de ração proporcional em relação às outras fases da criação. Dessa forma, peletizar a ração nessas fases pode não só potencializar o desempenho, mas também aumentar o retorno líquido sobre o investimento, através de redução de desperdício de ração, maior aporte energético para o animal, incremento em peso e qualidade da carcaça.

Vale a pena ressaltar que devemos nos atentar a diversos aspectos inerentes ao processo, como: qualidade dos ingredientes, moagem, mistura e tratamento térmico adequados, além do manuseio correto da ração, após todo esse processo, visando maior qualidade dos pellets.

Isso porque existe uma correlação direta entre porcentagem de finos na ração peletizada no comedouro e o desempenho zootécnico. Os diversos benefícios da peletização, no tocante ao aumento da produtividade dos suínos, devem ser avaliados de acordo com a realidade de cada sistema de produção, para que possam trazer o máximo retorno financeiro ao produtor.

 

 

Fonte: Suinocultura Industrial.

 

 

 

 

 

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“Brasil – Alimentando o Mundo” é a Chave Para Melhorar a Imagem no Exterior

Potencial nacional na produção de alimentos deve ser exaltada neste momento

O ano foi 2009. Nos dias 12 e 13 de outubro, a Organização das Nações Unidas para a Agricultura e a Alimentação (FAO) emitiu um comunicado: aumentar a produção de alimentos em 70% até 2050, período em que a população mundial ganhará mais 2,3 bilhões de habitantes, e combater a fome e a pobreza seriam alguns dos desafios do agronegócio nas próximas décadas. Isso porque, segundo cálculos da ONU, a população mundial crescerá de 6,8 bilhões de pessoas na época para 9,1 bilhões até 2050.

O Brasil foi definido como um agente essencial para esta mudança, sendo o maior produtor mundial de açúcar, café, suco de laranja, soja e carne de aves, o segundo maior produtor mundial de soja e carne bovina e, o maior exportador de açúcar, café, suco de laranja, soja e carne de aves e o segundo maior exportador mundial de carne bovina. Dono de vastos territórios e produções, o País teve então que colocar ainda mais as “mãos na terra” para trabalhar.  

E deu certo, já que com o passar dos anos a nação verde-amarela viu seu nome subir cada vez mais no ranking dos maiores exportadores de alimentos do mundo. O Brasil está no caminho de atender esta demanda de alimentos, seja de insumos, de produtos diferenciados ou de produtos alimentícios industrializados.

 

operacao carne fraca compressed reproducao

 

Mas toda trajetória de sucesso passa por desafios. O dia 17 de março de 2017 ficará eternizado na história do agronegócio brasileiro. Com a operação “Carne Fraca”, da Polícia Federal, deu-se um mar de equívocos espalhados em todo o globo sobre as forças de fiscalização e qualidade produtiva do País. De acordo com o ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA, Brasília/DF), Blairo Maggi, estima-se que o Brasil poderá ter um prejuízo de até US$1,5 bilhão por ano com os desdobramentos da operação “Carne Fraca”. A grosso modo, o Brasil terá uma oscilação de mercado de aproximadamente 10% "num volume de US$ 15 bilhões que exportamos por ano nessas carnes. Vamos ver aí US$ 1bilhão, US$ 1,5 bilhão de prejuízo por ano".

A Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA, São Paulo/SP) divulgou nesta sexta-feira (24) um boletim sobre o prejuízo no setor de aves e suínos: um total de US$ 40 milhões, decorrentes dos bloqueios totais das importações de grandes mercados para os setores de frangos, suínos ou perus, como China, Hong Kong, Egito, México e Chile. Somados, os bloqueios representam 20% da receita das exportações de carne de frango, 33% das vendas internacionais de suínos e 14% dos embarques de peru. Conforme o presidente-executivo da ABPA, Francisco Turra, “os equívocos na divulgação da Operação Carne Fraca causaram impactos globais. Já temos 25 mercados com algum tipo de bloqueio, parcial ou total. Estamos, juntamente com o Governo Brasileiro em um esforço para apresentar os devidos esclarecimentos aos vários mercados que são nossos importadores, buscando restabelecer a situação das exportações”.

Como reverter este quadro?  Provavelmente você já ouviu o ditado popular “se a vida te der limões, faça uma limonada”. Contornar uma situação ruim e tirar proveito dela é uma das peças chave na contenção de uma crise, seja ela qual for. Quando a marca consegue utilizar essas adversidades a seu favor, aí entra o marketing de oportunidade. Ele consiste basicamente na utilização de um assunto que gerou bastante repercussão nos meios de comunicação para direcionar para si boa parte dessa atenção, mesmo que o assunto seja a própria marca.

A marca, neste caso, é a produção brasileira de proteína animal. A crise é a causada pelo furacão de informações alardeadas (muitas delas erroneamente) pela operação. O remédio é a campanha “Brasil – Alimentando o Mundo”. "Temos genética avançada, nutrição animal de multinacionais, status sanitário invejado por muitos países, passaporte de exportador com livre acesso e, agora, uma marca para coordenar todas essas histórias”, diz o diretor-editor da Ciasulli Editores, Osvaldo Ciasulli.

A feed&food iniciou a bandeira, mas não a detém. Esta é uma ação de todos e para todos, com o objetivo de ser uma marca forte aqui e no exterior, visando representar com fidelidade as melhores qualidades dos produtos brasileiros. Por meio de comunicação visual e companha de marketing estruturada, a campanha quer mostrar o que o Brasil já faz por seus alimentos – com segurança e profissionalismo.

 

DUPLA SELO

 

O selo é a parte central dessa divulgação. A arte representa a força comum que une os elos do setor e fazendo esse uso, empresas privadas, associações de classes, governo e demais entidades representativas carregam com sua marca o compromisso em alimentar o mundo com qualidade. Acreditando na campanha, diversas empresas e entidades do setor já levantaram esta bandeira. São elas: Algar Agro, Alltech, Asbram, BeckHauser, Biogénesis Bagó, Brahmanm, Cargill, Coopavel, Grupo Eclyzer, feed&food, MAPA, HJ Baker, Hy Line, Ourofino, Premix, SBA, Terraviva, Tortura/DSM e Vencomatic Group.

Se você também acredita que o agronegócio precisa de uma mobilização conjunta, envie um e-mail para monique@ciasullieditores.com.br e solicite os materiais de arte, gratuitamente. Apoie esta missão postando seu uso do selo "Brasil - Alimentando o Mundo" nas redes sociais com a hashtag #BrasilAlimentandoMundo. É nossa missão mostrar a real face do agronegócio brasileiro: aquela que une todas as cadeias e que continuará alimentando o mundo.

 

 

Fonte: Redação feed&food.

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