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O processo de Fabricação de Ração

Recepção, Pré-Limpeza e Dosagem de Macro e Micro Ingredientes

Os grãos são recebidos através da moega de recepção e passam por peneiras responsáveis pela pré-limpeza do material a ser armazenado. Farelos e farinhas podem ser recebidos e estocados ensacados. Neste caso, no momento de sua utilização, a sacaria é cortada na moega de abastecimento interno e o material também passa pelo processo de limpeza antes de ser transportado para os silos de dosagem.

 

Em seguida as matérias-primas que compõem a formulação são dosadas e pesadas, iniciando assim o efetivo processo de fabricação. O processo de dosagem pode ser feito através de roscas dosadoras ou comportas oscilantes comandadas por computador.

Linha de Moagem e Mistura

Depois da dosagem, vem a etapa da pré-mistura, na qual é feita a pré-homogeneização dos ingredientes seguida pelo peneiramento, que classifica e separa aqueles que já se encontram na granulometria adequada. Na sequência os ingredientes pré-homogeneizados iniciam o processo de moagem ingressando pelos alimentadores, que são responsáveis pelo abastecimento uniforme dos moinhos de martelos.

 

Uma vez moídos, os ingredientes seguem para homogeneização efetiva das partículas, que acontecerá nos misturadores.

 

Normalmente, é nessa etapa que os microingredientes vitamínicos, mineirais e líquidos são adicionados. Ao final do processo de mistura o alimento animal está na forma de farelo.

Linha de Expedição e Classificação

A matéria-prima deste processo é o alimento animal farelado armazenado nos silos de pré-peletização e que segue, por gravidade, para o alimentadores da peletizadora, que por sua vez abastece o condicionador, onde o produto entra em contato com calor e umidade. A mistura condicionada segue para a câmara de peletização.

 

Depois de peletizado, o alimento chega ao resfriador. A etapa seguinte é opcional e envolve o triturador de rolos, responsável pela redução de pellets utilizados para alimentação de fases iniciais de criação.

Expedição e Classificação

Alguns fluxos preveem peneiras classificatórias que separam o produto final dos finos e/ou produtos disformes, retornando-os para o processo de peletização. A partir daí o produto final é armazenado nos silos de expedição, que podem ser à granel ou de ensaque direto. É comum a expedição de produtos farelados e/ou peletizados, por isso, os silos de expedição devem ser abastecidos pelos setores de mistura e/ou peletização.

 

Normalmente há um sistema de pesagem para dosar o produto a ser expedido, que pode ser uma simples ensacadora manual ou complexos sistemas móveis de pesagem. Este fluxo representa uma sequência completa dos processos que compõem a fabricação do alimento animal peletizado. De acordo com características e necessidades específicas de cada cliente.

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